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A Segunda Palavra da Cruz - Arrependimento e Salvação

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 Lucas 23:39-43 “Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás Comigo no Paraíso.” Lucas 23:43. Como sabemos o Senhor Jesus foi crucificado entre dois ladrões. Ali estava Ele humilhado em todos os sentidos:  traído,  abandonado,  julgado sob mentiras,  condenado injustamente,  cuspido,  esbofeteado,  chicoteado,  ferido, com uma coroa de espinhos que era um escárnio ao Seu reinado,  desnudo,  crucificado,  humilhado com palavras torpes, xingamentos, falsas acusações e  colocado no meio de dois malfeitores, como se Ele fosse também um malfeitor.  Ele, o Rei dos reis, o Senhor dos senhores se submeteu a isso por nós. Justo Ele que nada fez para merecer estar ali naquela Cruz. Foi nessa condição que se travou uma breve discussão entre os dois ladrões e Jesus. O primeiro ladrão a falar com Jesus é o modelo do sujeito incrédulo, rebelde e zombador. Blasfemando Ele se dirige a Jesus com palavras semelhantes às da...

O Catecismo de Heidelberg - domingo 1 (perguntas 1-2)

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Domingo 1 1. Qual é o seu único fundamento, na vida e na morte? R: O meu único fundamento é meu fiel Salvador Jesus Cristo (1). A Ele pertenço, em corpo e alma, na vida e na morte (2) , e não pertenço a mim mesmo (3). Com seu precioso sangue Ele pagou (4) por todos os meus pecados e me libertou de todo o domínio do diabo (5). Agora Ele me protege de tal maneira (6) que, sem a vontade do meu Pai do céu, não perderei nem um fio de cabelo (7). Além disto, tudo coopera para o meu bem (8). Por isso, pelo Espírito Santo, Ele também me garante a vida eterna (9) e me torna disposto a viver para Ele, daqui em diante, de todo o coração (10). Referências bíblicas: (1) 1 Co 3:23; Tt 2:14. (2) Rm 14:8; 1 Ts 5:9,10. (3) 1 Co 6:19,20. (4) 1 Pe 1:18,19; 1 Jo 1:7; 1 Jo 2:2,12. (5) Jo 8:34-36; Hb 2:14,15; 1 Jo 3:8. (6) Jo 6:39; Jo 10:27-30; 2 Ts 3:3; 1 Pe 1:5. (7) Mt 10:29,30; Lc 21:18. (8) Rm 8:28. (9) Rm 8:16; 2 Co 1:22; 2 Co 5:5; Ef 1:13,14. (10) Rm 8:14; 1 Jo 3:3. 2. O que você deve saber ...

As Disciplinas Espirituais - Os Meios da Graça

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Todo cristão quer ter uma vida espiritual saudável e um relacionamento íntimo com Deus.  Porém, comumente, nos conformamos com a nossa conversão e tratamos o “crer em Jesus” como um fim em si mesmo.  Confessamos Jesus Cristo como nosso Senhor e salvador, passamos a frequentar a igreja aos domingos e a ter uma vida um pouco melhor moralmente. Mas só isso não deve ser o resultado final da nossa conversão e caminhada com o Senhor. Uma das virtudes mais importantes para a maturidade cristã é entender a necessidade da nossa santificação e do nosso crescimento espiritual.  Não importa o quão maduro somos e o tempo de convertido que temos, nunca somos tão santos como deveríamos ser, sempre podemos (e precisamos) aprender e melhorar em nossa caminhada. É aqui que entram as chamadas Disciplinas Espirituais, também chamadas de Meios da Graça, que são formas de desenvolvermos a nossa espiritualidade cristã. Vamos entender melhor a sua importância e quais são as disciplinas espiritua...

A Terceira Palavra da Cruz - Honra e Responsabilidade

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(Obs: essa msg ainda está sendo redigida) “26 Ora Jesus, vendo ali sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho. 27 Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa.”  João 19:26,27 As três primeiras palavras da cruz de Cristo revelam o Seu amor e compaixão para com as pessoas. Como vimos no domingo passado as duas primeiras palavras e hoje estaremos refletindo na terceira palavra, que na verdade está dividida em duas partes, a primeira delas é dirigida a Maria e a segunda a João, o “discípulo amado”. Explicação Este “discípulo amado” é João o próprio autor do Evangelho de João. Em todo o Evangelho de João sempre encontramos essa expressão “discípulo amado” que certamente foi um meio que João escolheu para referir-se a si mesmo. Essa expressão não deve ser interpretada como se ele fosse um tipo de "servo predileto". Deus não tem servos prediletos, ele não nos vê as...

Invalidação Emocional

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A invalidação emocional é um processo, consciente ou não, no qual os sentimentos, pensamentos ou experiências afetivas de uma pessoa são rejeitados, ignorados, julgados ou minimizados como errados, exagerados ou inapropriados. Ela gera baixa autoestima, sensação de inutilidade e dificuldade em regular emoções, sendo uma forma de violência psicológica.  Principais Formas de Invalidação Emocional: Silenciar: diante de uma realização pessoal, a outra parte ignora e não diz nada, mesmo que se demonstre, até com palavras, que aquela atenção e interação seriam importantes para você. Minimizar: "Isso não é nada demais", "Você está exagerando". Julgar: "Você não deveria se sentir assim", "Você é muito sensível". Ignorar/Descartar: Mudar de assunto, olhar o celular enquanto o outro desabafa. Comparar/Culpar: "Outros estão pior", "Você que causou isso". Frases Comuns: "Engole o choro", "Que bobagem", "Você é dra...

Estante das Emoções

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“Tira a minha alma da prisão, para que louve o Teu nome (...)” Sl 142:7a. Uma das maiores vitórias que obtemos na vida, e que determina grandes mudanças em nosso comportamento, é a vitória sobre as emoções. As emoções são naturais aos seres humano, mas são inconstantes e instáveis. Dependendo da personalidade, algumas pessoas superam com maior facilidade essa inconstância, enquanto outros sofrem mais pelo fato de serem vulneráveis. Muitos, por não vencerem esse gigante, chegam a desenvolver complexos emocionais, como o complexo de rejeição ou de inferioridade, por exemplo. A auto piedade excessiva pode tornar tudo ainda muito pior. Com o tempo aprendemos a necessidade de organizar as emoções dentro de nós, para não vivermos à mercê delas e toda sua vulnerabilidade e poder destrutivo. O sentimentalismo pode causar muito sofrimento, mas ao não sermos sentimentais, nos tornarmos insensíveis e frios. Então, qual é o ponto de equilíbrio? Muitos sofrem porque seus sentimentos estão tota...

A Primeira Palavra da Cruz - Intercessão e Perdão

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Lucas 23:33-38 “Contudo, Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. Então, repartindo as vestes dele, lançaram sortes.” Lucas 23:34. Quando o Senhor Jesus entregou-Se para pagar o preço dos nossos pecados, Ele foi humilhado, julgado, torturado e finalmente crucificado. Padecendo todo o sofrimento da Cruz, Ele proferiu SETE PALAVRAS que são as conhecidas “Sete Palavras da Cruz de Cristo”. Elas foram as Suas palavras finais, e que são de grande preciosidade e edificação para todos os crentes, pois nos revelam todo o Seu amor, abnegação, soberania, sofrimento emocional, sofrimento físico, a consumação de Sua obra redentora e Sua entrega total nas mãos do Pai eterno. Hoje meditaremos na primeira dessas sete santas palavras. Explicação O Senhor Jesus estava já estava crucificado. Até chegar esse momento nós sabemos que Ele foi preso e julgado de madrugada, quando amanheceu o dia ele foi chicoteado e humilhado... Fizeram-No carregar aquela Cruz pesada, que era nossa...