Bem Mais Que Mais Um Ano Novo
Por: Rev. Nelson França
“Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á.” Mateus 7:7.
O ano de vindouro pode ser bem mais que mais um "Ano Novo"; isto depende em grande parte de cada um de nós.
Para ser apenas mais um "Ano Novo", é só mudamos o calendário alteramos os dias conforme as datas, e pronto. Porém, desse modo, apenas começamos tudo de novo, só que sem mudar nada.
Mas, para que o ano que se aproxima seja bem mais que mais um "Ano Novo", precisamos mudar algumas ou quem sabe muitas coisas.
Quanto às atitudes, podemos, por exemplo, mudar o modo de fazermos as coisas. Podemos fazer coisas novas, podemos começar a vigiar e julgar as nossas próprias ações e reações (Tg 1:22-25; Lm 3:21-23).
Quanto às palavras, podemos, por exemplo, falar menos e ouvir mais; pensar no que vamos falar, antes de falar; ponderar mais sobre as coisas que ouvimos (Tg 3:5-12; Mt 12:33-37).
Quanto ao coração, podemos evitar de segui-lo sem antes julgar os seus propósitos à luz da Palavra, e não aceitar cegamente seus juízos acerca de conceitos ou pessoas. Antes, devemos ocupar nossa mente ou coração, o máximo possível, com coisas que edificam (Sl 45:1; 51:17 [28/12]; 101:4; Pv 3:5-6; 4:23; 23:26; Jr 27:9; Jl 2:13; Mt 5:8; 6:21; Lc 24:25,32; Jo 14:1; Rm 10:10; 1 Co 2:9; Ef 1:18).
Quanto à vida espiritual, sempre é possível melhorar muitas coisas:
Enfim, o que buscaremos neste ano? O “eterno” ou o “passageiro”?
O Rev. Nelson é pastor da IPB de Praia Grande / SP.
“Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á.” Mateus 7:7.
O ano de vindouro pode ser bem mais que mais um "Ano Novo"; isto depende em grande parte de cada um de nós.
Para ser apenas mais um "Ano Novo", é só mudamos o calendário alteramos os dias conforme as datas, e pronto. Porém, desse modo, apenas começamos tudo de novo, só que sem mudar nada.
Mas, para que o ano que se aproxima seja bem mais que mais um "Ano Novo", precisamos mudar algumas ou quem sabe muitas coisas.
Quanto às atitudes, podemos, por exemplo, mudar o modo de fazermos as coisas. Podemos fazer coisas novas, podemos começar a vigiar e julgar as nossas próprias ações e reações (Tg 1:22-25; Lm 3:21-23).
Quanto às palavras, podemos, por exemplo, falar menos e ouvir mais; pensar no que vamos falar, antes de falar; ponderar mais sobre as coisas que ouvimos (Tg 3:5-12; Mt 12:33-37).
Quanto ao coração, podemos evitar de segui-lo sem antes julgar os seus propósitos à luz da Palavra, e não aceitar cegamente seus juízos acerca de conceitos ou pessoas. Antes, devemos ocupar nossa mente ou coração, o máximo possível, com coisas que edificam (Sl 45:1; 51:17 [28/12]; 101:4; Pv 3:5-6; 4:23; 23:26; Jr 27:9; Jl 2:13; Mt 5:8; 6:21; Lc 24:25,32; Jo 14:1; Rm 10:10; 1 Co 2:9; Ef 1:18).
Quanto à vida espiritual, sempre é possível melhorar muitas coisas:
- ser mais assíduos aos trabalhos da Igreja, mais pontuais (Hb 10:25),
- encontrar o nosso ministério e servir (Mt 25:14-30),
- ser menos críticos (Hb 3:13; 1 Ts 5:11; Fp 4:13; Is 41:10; Jo 16:33),
- passar a ser fiéis nos dízimos, se ainda não somos; passar a contribuir mais com a obra missionária, se ainda não contribuímos (Ml 3:10),
- ler a Bíblia e orar diariamente (Sl 119:105; 2 Tm 3:16-17; Js 1:8; 1 Ts 5:17),
- dispor mais do nosso tempo para o Senhor, aceitar todos os sacrifícios necessários para o nosso crescimento espiritual, a comunhão com Deus e com os irmãos (At 1:14; 2:42),
- e etc., etc., etc.
Enfim, o que buscaremos neste ano? O “eterno” ou o “passageiro”?
O Rev. Nelson é pastor da IPB de Praia Grande / SP.

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