O QUE ESTÁ POR TRÁS DO CANSAÇO PASTORAL

Por: Rev. John Ortberg 

O que realmente está por trás do nosso cansaço? 

Se você sente que está sempre correndo, pode haver uma causa que você não identificou ainda. 

Recentemente participei de uma discussão entre pastores e líderes cujo tópico era o estado de nossas almas. “Não quero reclamar,” alguém falou (não direi quem foi, mas tenho certeza que não fui eu), “mas eu achava mais fácil buscar uma vida espiritual saudável quando eu não estava no ministério.” Quase todo mundo concordou: nos sentimos apressados, sobrecarregados, exaustos, e muitos vezes desvalorizados. 

Não foi a primeira vez que tinha escutado esse papo. Muitas vezes parece que estamos dizendo que trabalhar no ministério impossibilita vivermos de forma graciosa, como Jesus quer. Depois de algum tempo é inevitável que surja a pergunta: Por que o envolvimento no “ministério” aparentemente produz pessoas com menos vitalidade espiritual?


Há pouco tempo atrás tomei café da manhã com um amigo cujo pai tem ministrado no meio evangélico por quase cinqüenta anos. Seu pai lhe disse, “ Bem, filho, precisamos nos encontrar, mas primeiro preciso organizar minha agenda.” Seu filho comentou: “Durante meus trinta e nove anos de vida, meu pai sempre falou sobre o que faríamos quando ele conseguisse organizar sua agenda. Parece que ele realmente acredita que algum dia ele conseguirá organizar sua agenda. Ele se recusa a falar ou reconhecer a verdadeira razão pela qual sua agenda está fora de controle.” 

Lembro-me de um consultor especializado em implantação de igrejas que disse que para implantar uma igreja com sucesso, teríamos que pagar um alto preço. Teríamos que fazer o que fosse necessário, mesmo que o relacionamento com o cônjuge ou filhos fosse prejudicado. 

Ao ouvir aquilo achei (e ainda acho) que esse não deve ser o plano de Deus para o ministério. Se o propósito do ministério é levar as pessoas a viverem o tipo de vida que agrada a Deus, então como os líderes da igreja podem ser pessoas que abrem mão desse tipo de vida? 

Uma verdade profunda 
É bem verdade que podemos estar ocupados demais com o ministério por motivos legítimos, porém equivocados. Pensamos estar contribuindo para o reino às nossas próprias custas. Mas, normalmente, a verdade é mais profunda. Eu acredito que no meu caso, e no de muitos outros, o que está por trás dessa sobrecarga do ministério pastoral é uma considerável dose de um pecado sutil: a grandiosidade. 

O pecado pode envolver dizer sim quando deveria dizer não. Muitas vezes tem haver com ocupar-me tanto com meu trabalho a ponto de não estar completamente presente na vida da minha esposa ou filhos ou até com Deus. E isso acontece porque não é só o reino que está em jogo, é também minha carreira ou reputação. 

Um amigo, que é executivo, me disse que uma das coisas difíceis sobre o envelhecimento era ler sobre outros executivos, mais bem-sucedidos, e constatar que eram mais novos que ele. (“Os artigos sempre mencionam a idade.”) Quando era mais novo, e lia esses artigos, ele pensava, “Quando chegar na idade dele, vou ter alcançado o mesmo sucesso ou até mais.” À medida que envelhecia, o jogo se tornou mais difícil. 

O que me impressionou foi que havia feito exatamente a mesma coisa lendo sobre pessoas do meu “ramo”. Acredito que isso não deve ser surpresa. Ernest Becker, no seu clássico “A negação da morte”, escreve que o narcisismo é de fato a “fonte da atividade” humana, que, no fundo é apenas um bom diagnóstico Luterano. 

Esse pecado é raramente mencionado hoje em dia. A grandiosidade é tolerada, até a aceitamos, quando não a abraçamos como sendo uma virtude. Para os gregos, Narciso servia como advertência contra o amor-próprio excessivo. Se estivesse vivo hoje em dia, Narciso lançaria vídeos sobre forma física, seria dono de academias de ginástica repletas de espelhos, e estrelaria em seus próprios comerciais para a televisão. 

Como pastores ou líderes eclesiásticos, estamos mais propensos a disfarçar a grandiosidade. Não a identificamos como tal, então somos tentados a pensar que já vencemos esta dificuldade, quando na realidade só varremos para debaixo do tapete. Vez por outra ela se manifesta em forma de ressentimento, frustração, ou um sentimento de derrota ou vergonha.

Cristo está sendo formado em mim? 
Uma questão central na minha vida atualmente é: O meu envolvimento no ministério está me tornando cada vez mais como Cristo? 

É importante entender essa questão claramente. Como o ministério deve afetar a vida do ministro? 

Não quero dizer com isso que as pessoas no ministério precisam de mais amenidades. O ministério pode ser inconveniente, cansativo, até perigoso. Não irá necessariamente tornar minha vida mais fácil. Quando Paulo fala de açoites, apedrejamento, naufrágio, nudez e fome, ele não está descrevendo uma vida muito fácil. 

Mas o ministério autêntico nunca irá estar em oposição a uma vida de alegria, amor e mansidão. 

Essa verdade me ajuda a identificar a grandiosidade no meu trabalho: Se o ministério for feito da forma correta, irá ajudar a formar o caráter de Cristo em mim. Meu envolvimento no ministério (usando ministério no sentido de servir ao corpo de Cristo) precisa ser visto à luz de um estilo de vida que me ajuda a ser transformado. Se isso não está acontecendo, então alguma coisa, em alguma área da minha vida não está dando certo. 

Mas o pequeno salvador da pátria que existe em mim não morre tão fácil. Tem se tornado cada vez mais importante combater a grandiosidade em alguns aspectos do ministério. 

Preciso ministrar em comunidade 
O psicólogo Milton Rokeach certa vez escreveu um livro entitulado “Os três Cristos de Ypsilanti”. No livro ele descrevia suas tentativas de cuidar de três pacientes de um hospital psiquiátrico em Ypsilanti, Michigan, EUA. Os três sofriam de mania de grandeza. Cada um acreditava que era único, que havia sido chamado para salvar o mundo, que era o messias. Eram casos extremos de grandiosidade em sua forma pura. 

Rokeach encontrou dificuldade em alcançar e ajudar o pacientes a aceitar a verdade sobre suas verdadeiras identidades. Então ele decidiu colocar os três juntos em um pequeno grupo, para ver como reagiriam ao conviver com outros que também se consideravam “o messias”. Um tipo de grupo de auto-ajuda messiânico. 

Isso gerou algumas conversas interessantes. Um dizia, “Eu sou o messias, o filho de Deus. Eu fui enviado aqui para salvar a terra.” 

“Como é que você sabe?” 

“Deus me revelou”. 

Aí então um dos outros pacientes dizia, “Eu nunca te falei tal coisa.” 

“De vez em quando, um deles voltava para o mundo real, mas nunca por muito tempo. O complexo de messias estava arraigado em suas mentes. Mas, o pouco progresso que o Dr. Rokeach conseguiu aconteceu quando ele colocou os três juntos. 

É uma idéia meio louca, pegar um grupo de pessoas que dizem ser o messias e coloca-los juntos para ver se eles poderiam ser curados. Mas isso já havia acontecido antes. “ Lucas nos diz que “Surgiu também uma discussão entre eles, acerca de qual deles era considerado o maior.” Sabe quem sofre do complexo de messias? Discípulos e loucos. Todos estão no mesmo barco. 

Há algum tempo, eu havia passado um longo período viajando, com reuniões demais e palestras demais. Estava exausto. Um dos meus compromissos rotineiro era com um amigo, que também estava envolvido em ministério. Eu estava reclamando sobre a minha agenda, esperando que ele se compadecesse de mim, quando ele me surpreendeu ao me perguntar, “Por que você escolhe viver dessa maneira?” 

A única resposta honesta era, mais do que qualquer outra coisa, que minha vida estava sendo regida pela grandiosidade. Temia que se eu dissesse não às oportunidades, elas desapareceriam. E se as oportunidades cessassem, eu me tornaria menos importante; e seria terrível ser menos importante. 

Daquela conversa surgiu um “pequeno grupo da agenda pessoal”, com um pacto de que não aceitaríamos qualquer compromisso sem consultar uns aos outros ou as nossas famílias. Significava dar permissão aos outros para não somente falar sobre nossas agendas, mas também sobre os motivos por trás das agendas. 

Uma razão pela qual eu fico feliz em fazer parte de uma equipe de ensino, ao invés de ser o único professor, é que isso me força a confrontar minha atitude. Ás vezes um dos meus amigos prega uma mensagem muito bem, e eu me sinto tentado a me comparar com ele. Aí então vejo como é absurdo. Estou com inveja por que ele consegue convencer as pessoas a se entregarem completamente a Deus melhor do que eu. Acho que as vezes eu mesmo precisaria de uma viagem ao hospital psiquiátrico. 

Preciso praticar o ministério das pequenas coisas 
Jesus nos convida a fazer parte do seu ministério. Mas como é que nós nos resguardamos de tornar o ministério em mais uma oportunidade de definir quem é o maior de todos, só que agora é “Quem é o melhor ministro?” A tentação pode ser óbvia: medir minha grandeza pelo número de pessoas que freqüentam minha igreja. Pode ser sutil: considerar meu ministério numa igreja pequena como evidência da minha espiritualidade que é superior a de “super-pastores” que devem ter vendido suas almas para alcançar o sucesso. 

Dietrich Bonhoeffer, no livro Life Together, fala sobre como todos na comunidade vão tentar estabelecer espiritualidade espiritual – tanto os fracos quanto os fortes, os tímidos e os extrovertidos. A tentação sempre envolve o antigo argumento: “Surgiu também uma discussão entre eles...” 

Então Jesus pega uma criancinha em seus braços e diz: Aqui está seu ministério. Entregue-se àqueles que não vão lhe trazer status ou poder. Simplesmente ajude as pessoas. Você precisa dessa criancinha. Você precisa ajudar essa criança, não somente porque ela precisa, mas porque você precisa. É preciso fazer isso, porque se não fizer, sua vida inteira vai se resumir a uma competição ridícula para ver quem é o maior. Mas se você servir a essa criança, com freqüência e carinho, com alegria e sem chamar atenção a si mesmo, então talvez chegue o dia em que você faça isso sem pensar: Que coisa maravilhosa eu fiz! Aí então você começará a servir naturalmente, simplesmente pela alegria que vai lhe trazer. Você vai começar a entender como a vida no Reino funciona. 

Ás vezes, no meio da noite, um dos meus filhos chora, e alguém vai ter que checar para ver o que está errado. Geralmente quem consegue fingir que está dormindo por mais tempo é que ganha neste joguinho. A melhor performance é quando digo algumas palavras quase inteligíveis quando a minha esposa está saindo do quarto, algo como eu iria pegar o bebê mas tenho o sono mais pesado e agora já é tarde demais. Dessa forma eu recebo o crédito por querer ajudar e o luxo de não ter que me levantar da cama. 

Mas veja só o que pode acontecer. Posso me levantar e cuidar da minha filha. E ao invés de sentir ressentimento, posso ser grato pelo fato de ela estar viva. Ao invés de pensar em todas as tarefas do ministério que não posso executar por causa dela, posso pensar em como melhor ajudá-la naquele momento. Pode até ser divertido. 

Ao agir dessa forma, me torno um pouco menos viciado em sempre fazer as coisas do meu jeito, ou sempre o que é melhor para mim. Me tornei um pouco mais livre para servir a uma outra pessoa. Eu preciso servi-la não somente pela necessidade dela, mas até mais pela minha necessidade. 

No âmbito da Igreja, esse ministério “não estratégico” das pequenas coisas significa que às vezes eu preciso estar disposto a ser interrompido para resolver coisas que não estavam na minha agenda. Preciso estar disponível para orar com pessoas atordoadas que eu não consigo curar, e que não possuo habilidade alguma de contribuir para meu sucesso. Talvez durante reuniões eu precise ficar em silêncio mesmo quando tenho uma idéia que poderia impressionar alguém. Às vezes eu preciso não tentar descobrir algumas informações, mesmo quando poderia fazê-lo e me sentir mais “por dentro” das coisas. 

Às vezes, ministério “não-estratégico” simplesmente envolve seguir as regras que todos seguem. Muhammad (“eu sou o máximo”) Ali uma vez recusou colocar o cinto de segurança num vôo. Após vários pedidos da comissária, ele supostamente disse: “O super-homem não precisa usar cinto de segurança”. E ela então supostamente respondeu: “O super-homem não precisa de avião”. 

O ministério das pequenas coisas é principalmente um ministério para mim mesmo, um destruidor de grandiosidade. Bonhoeffer escreve que aquele que não tem tempo para esse ministério de “ajuda ativa” está “provavelmente levando sua carreira demasiadamente à sério”. Isso deve nos fazer refletir bastante, especialmente quando consideramos o que Bonhoeffer conseguiu alcançar. 

Preciso me retirar do ministério regularmente 
O cumprimento da missão dos discípulos, relatado em Marcos 6, era um momento de grande alegria. Estavam altamente motivados. Esse é um momento crítico para o avanço do Reino. Qualquer bom líder sabe que este é o momento para comissioná-los e conquistar a nação para Deus. 

Jesus poderia apelar para a grandiosidade deles. Poderia enviá-los para salvar o mundo. Ao invés disso Ele os chama para descansar e comer. 

Uma parte crítica da formação das pessoas é uma combinação equilibrada de momentos com a presença de outras pessoas e outros a sós. É isso que pais sábios fazem, para que a criança possa eventualemente experimentar o que John Bowlby chama de “presença na solidão” – aprender que estar sozinho não significa abandono. 

Deus também faz algo parecido. Jurgen Moltmann nota que o primeiro ato da criação é o ato da saída. Deus – que está presente em tudo e todos – precisa de certa forma se retirar, sair de cena, para que haja espaço para aquilo que não é Deus, para que haja coisas e até vontade e propósitos que não são dEle. Isso é, de certa forma, um ato de humildade. 

Jesus demonstra o mesmo ministério de retirada. Quando Jesus diz, “É bom que eu os deixe” para seus amigos, ele não está simplesmente tentando apaziguá-los. Realmente é uma boa coisa. Sua retirada, por mais dolorosa que fosse para eles, traz um crescimento que não aconteceria se Ele tivesse permanecido com eles. Essa saída fazia parte do Seu ministério. 

Eu preciso praticar “retiradas” do ministério regularmente. Às vezes isso implica em simplesmente tirar alguns dias de folga, outras vezes envolve um ou mais dias de absoluta solitude. 

Às vezes envolve um tempo de pura diversão 
Há algumas semanas atrás, fui assistir a um jogo de baseball com três amigos, e estávamos nos divertindo demais para ir para casa. Então acabamos jantando, assistindo um filme, jogando boliche às 11 da noite, e assistindo um segundo filme depois disso. Só chegamos em casa às 3 da manhã. 

Aquela noite foi um presente de Deus. Lembrei-me do quão rotineiro e mecânico deixo minha vida ficar, e que como dizia C.S. Lewis, a alegria é “a tarefa séria dos Céus”. 

É claro que não estou insinuando que a principal necessidade do ministério atualmente é um maior envolvimento pastoral no boliche ou no cinema. Mas, pensando bem, se pastores batistas assistissem mais filmes europeus, e seus colegas episcopais jogassem mais boliche, o resultado provavelmente seria uma Igreja mais unida, que anos de diálogo ecumênico não conseguiria. 

Quando eu pratico o ministério da retirada, lembro mais uma vez que não sou indispensável para a Igreja. Não sou o Messias. Na realidade, quando não estou por perto as pessoas crescem de uma forma que não cresceriam se eu estivesse. 

Preciso suportar aos outros 
Suportar aos outros algumas vezes significa perdoá-los. Mas às vezes sinto que as pessoas são um peso pra mim quando na realidade não fizeram nada que eu precise perdoar. Sinto que elas são um peso não por alguma falha delas, mas por causa de uma falta de amor ou tolerância por minha parte. 

Certa vez participei de um grupo de oração de aproximadamente dez pessoas. A maioria delas estava envolvida em ministério. A razão principal das nossas reuniões era aprender uns dos outros sobre nossas experiências com a oração na semana anterior. A líder do grupo nos deu um conselho maravilhoso, ela disse que deveríamos colocar de lado qualquer tendência de avaliar as pessoas e seus comentários, e simplesmente permitir que Deus falasse através delas. 

Percebi que, reflexivamente, eu havia começado a avaliar o grupo desde nossa primeira reunião. Esse aí é o típico ex-viciado, pensei, enquanto alguém falava. Aquele outro é do tipo bem tradicional, super racional, que não expõe seu coração. Esse do meu lado é alguém bem resolvido e com certeza vou aprender bastante com ele. E por aí eu continuei, conferindo àquelas pessoas diversos níveis de maturidade, pronto para ouvir aqueles que eu considerava “espertos” e tolerar aqueles que aparentavam ser mais lentos. 

O direcionamento que a líder tinha nos dado, de não avaliar as pessoas e deixar que Deus falasse, foi um retrato da minha forma de ouvir. Eu fiz as minhas avaliações, e apesar de não estarem totalmente equivocadas, elas tinham mais a ver com a minha pessoa do que com as pessoas que eu estava avaliando. O ministério de suportar uns aos outros é mais do que simplesmente tolerar pessoas difíceis. É aprender a ouvir Deus falar através delas. É aprender que a pessoa mais difícil com quem eu preciso lidar sou eu mesmo. 

Isso significa que eu sou chamado a liberar as pessoas das cadeias mentais onde eu as tenho confinado. Suportar alguém que critica (justa ou injustamente, de forma amável ou amarga) a minha forma de ensinar. Suportar a pessoa mais difícil, aquela em quem vejo muito dos conflitos e dificuldades que existem em mim. 

Suportar as pessoas não significa necessariamente tornar-se melhores amigos. Mas significa aprender a querer o bem dessas pessoas, abrindo mão do meu direito de “dar o troco” quando sou magoado, experimentando nossa condição em comum perante a Cruz. 

Lutar contra o sutil pecado da grandiosidade significa aprender com Jesus como ministrar de uma forma que me atraia a Ele. Pois em Jesus não havia grandiosidade. Essa é uma das razões pela qual as pessoas tinham dificuldade em reconhecê-Lo. 

A heresia cristã mais antiga, o docetismo, surgiu porque as pessoas não conseguiam aceitar que Deus poderia sucumbir à vulnerabilidade e sofrimento. João diz que é o espírito do anticristo que nega que Jesus veio a este mundo “em carne” (kata sarx). Jesus não era um super-homem. Ele não desafiava seus inimigos em posição de combate, absorvendo qualquer impacto sem sofrer um arranhão sequer. O chicote usado nas suas costas causou o derramamento de sangue verdadeiro, os espinhos apertavam pele verdadeira, os cravos causaram dor inimaginável, e a Cruz O levou a morrer verdadeiramente. E ao sofrer todas essas coisas de forma humana e real, Ele suportou as pessoas, perdoou-as, amou-as até o final. 

A grande e sagrada piada de Deus sobre o complexo de Messias é essa: cada ser humano que já viveu sofre dele, com a exceção de um: Ele mesmo, o Messias. 

John Ortberg é pastor da Menlo Park Presbyterian Church, Califórnia, EUA.
Texto enviado pelo Rev. David Cestavo, IPB de Lavras / MG.

Comentários

  1. OI olá! Boa noite! Bom artigo, obrigado. Nesse mundo atual, devemos dar valor ao que não nos é muito permitido, que é o descanso, devido à essa vida corriqueira de cada um por si, tá certo q não valeria esse ditado muito para as Igrejas, mas algumas acabam cometendo.

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