HUMANISMO NÃO!!!


O diferencial do Cristianismo perante todas as outras religiões do mundo, é a pessoa de Cristo e Sua natureza definitiva. Essa notória particularidade da pessoa de Cristo não contradiz em nada o Evangelho, mas enaltece a paixão evangélica sobre Ele. A autoridade de Cristo é de suma importância para o Cristianismo, e Quem legitima O legitima é o próprio Deus, que O ressuscitou, confirmando Seu Ministério. Esse ponto é combatido por escritores humanistas culturalmente escravizados, que não creem na autoridade de Jesus. Essa visão surgiu a partir do Iluminismo onde a “autoridade de Jesus é geralmente nada mais que uma projeção relutante da autoridade de um indivíduo autônomo do passado”. Porém, a visão contracultural do evangelicalismo crê e defende que a autoridade de Jesus Cristo é inerente à Sua pessoa, sendo um movimento que existe sob a autoridade e soberania de Cristo.

As oposições do pensamento e da cultura de nosso tempo ao evangelicalismo, tem sua origem no “modernismo”, um “estado de espírito” que surgiu no início do século XX, que tem como base o pensamento de Nietzche (1844) “vontade de poder”, que acredita que “tudo pode ser dominado e controlado”, e que rejeitar as tradições é elementar para se alcançar a emancipação de toda forma de servidão intelectual ou social. O teólogo humanista Feuerbach (1804) declarou a divinização da própria humanidade, que para ele deveria ser vista como “deus”, visto que “as origens da experiência religiosa interpretada como ‘Deus’ se acham na alienação sócio-econômica”. Contudo, foi esse “deus humanista” que fez surgir aberrações como o nazismo e o stalinismo, dois dos regimes mais opressores da história humana, onde milhões foram trucidados em programas de genocídio que até hoje estarrecem a humanidade. Portanto, o evangelicalismo tem todo direito (e dever) de questionar o pensamento modernista como uma cultura ilusória e opressora, através da qual o poder humano e sua busca se tornam a influência que controla e governa. Em contraposição ao humanismo, a autoridade de Jesus não é algum tipo de escravização, mas “um compromisso libertador para com Quem nos livra de sermos escravos da opressão de um mundo faminto por poder”.

Paixão Pela Verdade - A.MacGrath.
IPB de Vila Gerti, S.C.Sul / SP
Pastoral Boletim 18/05/14.

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