DANDO A CARA A TAPA - O MAU TESTEMUNHO DE PASTORES PRESBITERIANOS

Pastor presbiteriano, casado pela quarta vez, casa famosos e não crê em casamento para sempre

O jornal O Dia classificou, em entrevista recente, o Rev. Luiz Longuini como o “pastor das estrelas” e o “queridinho das celebridades”. Longuini, de 54 anos, é pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) há 32 anos e hoje pastoreia a Igreja Presbiteriana do Rio Comprido, no Rio de Janeiro.


Luiz Longuini: divorciado três vezes, prega a Teologia da Libertação e faz casamentos ao som de baianas e atabaques
Casado pela quarta vez e pai de dois filhos, o professor de Teologia e Filosofia com doutorado na Alemanha é habilitado a realizar casamentos com efeito civil.

Ele já realizou aproximadamente 1.200 casamentos. Entre famosos, a atriz Lavínia Vlasak e Celso Colombo Neto; a atriz Juliana Paes e Carlos Eduardo Baptista (empresário), a atriz Déborah Secco e o jogador de futebol Roger, o meia tricolor Thiago Neves e Marcella, Fabio Porchat e Patrícia Vasquez, Arlindo Cruz e Babi.

Além de se inspirar em Martin Luther King Jr., Longuini faz as cerimônias muitas vezes ao som de Raul Seixas, Tom Jobim, Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Beth Carvalho, etc. As cerimônias às vezes também incluem baianas e atabaques.

O Rev. Longuini explica que sua forma de casar é inspirada no amor. Ele diz: “A postura que assumo perante o casal, a família e os convidados é ecumênica, de aceitação da realidade de todos. Não imponho fórmula ou doutrina. Não falo de religiosidade, mas de espiritualidade. O centro da espiritualidade é o amor”.

Longuini tem sido importante referência em obras da Teologia da Missão Integral. Ele é autor do livro “O Novo Rosto da Missão”, publicado pela Editora Ultimato. O resumo do livro esclarece que os “evangelicais, com medo de utilizar o termo ‘pastoral’, devido à forte conotação católica e à relação com o marxismo, preferiram utilizar o termo ‘missão’”, mas que os objetivos são os mesmos: “a inserção dos cristãos na sociedade, visando sua transformação”, a partir, é claro, de uma perspectiva esquerdista.

Sobre o casamento como uma aliança até que “a morte os separe”, Longuini ensina: “Aceitamos o divórcio… a possibilidade de reconstruir uma nova vida em amor e fidelidade…” Pelo jeito, quantas vezes ele achar necessário.

As posturas liberais do Rev. Longuini deveriam estar sendo alvo de condenações firmes, mas a vasta maioria dos calvinistas (onde se incluem os presbiterianos) prefere no Brasil atacar os neopentecostais. Sites calvinistas, como o Genizah, debocham incessantemente de igrejas neopentecostais, enquanto líderes calvinistas liberais são ali mesmo exaltados como referência.

É difícil saber se as grandes denominações presbiterianas dos EUA e Europa, que já sucumbiram diante do supremacismo gay e estão hoje ordenando pastores gays e lésbicas, terão alguma influência entre calvinistas e presbiterianos do Brasil. Mas os sinais não são bons. O exemplo do Rev. Longuini está aí, preparando a Igreja Presbiteriana no Brasil para mais liberalismo.
 

E há também o exemplo do Rev. Marcos Amaral, também da IPB, que tem se unido a pais-de-santo em campanhas governamentais de combate ao chamado “preconceito”.

O Rev. Amaral tem também sido um queridinho da mídia brasileira. Pregue um “evangelho” ecumênico, ao sabor da Teologia da Libertação, e a mídia se encarrega de lhe dar IBOPE.

Evidentemente, muitos líderes da IPB e outros calvinistas não devem estar de acordo com o liberalismo do Rev. Longuini. Mas a voz deles precisa ser ouvida. O liberalismo e o esquerdismo precisam ser denunciados. Se eles permanecerem calados, vozes calvinistas liberais serão a única referência para outros calvinistas. É por isso que o tabloide sensacionalista Genizah tem feito tanto sucesso entre os calvinistas.

A Assembleia de Deus dos EUA e do Brasil não estão, nem de longe, pensando em ordenar homossexuais. Mesmo assim, calvinistas mal-intencionados como Danilo Fernandes, do Genizah, miram em grande parte Silas Malafaia, um pastor assembleiano.

Ele chama Malafaia de “vigarista”, sendo que os registros mostram que quem está com problemas judiciais nessa área é o próprio Danilo.

Enquanto calvinistas mal-intencionados atacam os alvos errados, outros calvinistas mal-intencionados se divorciam várias vezes, fazem casamentos ao som de atabaques e Raul Seixas e se unem a pais-de-santo, ou então defendem bispos vermelhos pró-poligamia.

Estão coando mosquitos, e engolindo manadas de camelos.

Com informações de 6R NT Gospel e do Jornal O Dia. Fonte:Julio Severo. 


GOSTARIA DE DIZER QUE...
Sou pastor presbiteriano com muita honra e jamais apoiei o liberalismo. Estou publicando essa matéria por estar indignado com essas notícias, e muito envergonhado, pois o nome da IPB, Igreja amada onde Deus me salvou, está sendo agredido e manchado diante da sociedade. A imparcialidade é fundamental como princípio de justiça. Não podemos nos calar apenas porque quem errou é presbiteriano... Faço um apelo aos Conselhos, Presbitérios e Sínodos dos pastores citados acima, e até do Supremo Concílio da IPB, que tomem providências, uma vez que isso é pecado "PÚBLICO E NOTÓRIO". E que o liberalismo seja contido e o nome da Igreja Presbiteriana do Brasil seja mantido limpo, com a fidelidade bíblica e doutrinária que sempre a primou como Igreja Reformada. No entanto, sejamos realistas, essas manifestações do liberalismo não são novidade, como também não é novidade que o sr. Longuini tem uma péssima reputação no seio da IPB, tanto por seus vários divórcios quanto por seus discursos. Estes srs. fazem parte de uma ala liberal que ainda sobrevive em nosso meio. Ora, se eles amam tanto o liberalismo, poderiam ir para uma denominação que fosse a cara deles (IPU por exemplo). Mas seriam eles homens suficientemente para deixar o cuidado e o amparo da Igreja local, e serem honestos consigo mesmos? A história prova que não! A Igreja Presbiteriana do Brasil é em sua grande maioria conservadora e tradicional, no entanto existem vários pastores que vivem de namoricos com o liberalismo e outros que até já assumiram abertamente essa postura. Se eles têm agido desse modo, ao ponto de seus atos alcançarem tamanha repercussão na mídia, é porque não é de hoje que eles agem assim. E mais: eles têm tido o apoio de seus Conselhos locais e Presbitérios. A IPB precisa tomar uma posição urgente, a nível nacional, a partir do nosso Supremo Concílio, para que essa onda de liberalismo seja contida imediatamente. A omissão tem um preço alto: vergonha, opróbrio, o nome dessa denominação histórica tão honrada sendo difamado, a invasão do mundanismo e do pecado, e a morte espiritual nas Igrejas. Muito cuidado: Deus nos julgará! Não podemos nos calar! Se você fica indignado (a) como eu fico, fale, divulgue, manifeste sua indignação!

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